PSD Esposende responde a comunicado do PS Esposende

PSD Esposende responde a comunicado do PS Esposende

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No pretérito dia 01 de setembro fomos surpreendidos com mais uma pérola política, por parte do Partido Socialista de Esposende.

Depois de atacarem o seu próprio Ministro, no que toca ao apoio à construção do canal intercetor, o motivo do comunicado é agora o processo em curso de alteração do PDM!

Alteração! Sim caro leitor, leu bem, alteração e não “Revisão”.

O problema do Partido Socialista de Esposende é que, numa vontade incontrolável de dizer mal e de descredibilizar o Presidente da Câmara, não retira o devido tempo para estudar e poder saber distinguir um processo de revisão de um processo de alteração.

É que são radicalmente diferentes, pois o processo de alteração, tal qual está em curso, consiste em alterações simples de regulamento e demora meses, enquanto a revisão reveste-se de uma enorme complexidade, desde logo pela necessidade de constituição de uma comissão de acompanhamento e pode demorar anos. Basta relembrar que grande parte dos processos de revisão, iniciados no passado, levaram mais de uma década a serem concluídos, nomeadamente o de Esposende.

Aconselha-se vivamente, ao PS de Esposende, a leitura do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT), aprofundando os conhecimentos sobre o assunto, para que possam emitir opiniões devidamente fundamentadas e esclarecidas, sem cair em erros primários.

Abstraindo-nos e passando por cima das insinuações absurdas e insultuosas de favorecimento feitas no dito comunicado, convirá lembrar que esta já é a terceira alteração feita ao PDM de Esposende, desde a sua publicação inicial, em 13 de maio de 1994, e como é óbvio, as alterações têm efeito universal e não se aplicam apenas a situações específicas;

Atente-se que quase todos os municípios se têm socorrido deste procedimento, nomeadamente e a título de exemplo, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia ou Barcelos, apenas para referir três municípios socialistas e não nos parece que o tenham feito para favorecer qualquer “grupo” ou este ou aquele munícipe;

Se dúvidas houvesse sobre a conformidade ou legalidade desta alteração ao PDM, sempre poderíamos relembrar que este procedimento carece sempre de parecer da CCDRN, sendo que neste momento já existe parecer favorável desta entidade;

Não deixa de ser caricato que o atual presidente da Comissão Política do Partido Socialista, passados apenas dois anos da publicação do primeiro PDM, portanto em 1996, (enquanto substituía Alberto Figueiredo), tenha proposto e feito aprovar uma proposta de revisão do PDM que acabou por resultar na primeira alteração, publicada em 15 de maio de 1998. Como perceberam, já há data havia dificuldade em perceber o procedimento mais correto para resolver o problema das desconformidades do plano…

Como é evidente, não vamos agora dizer que também foi para beneficiar o “grupo” como é ironicamente referido no comunicado, pois acreditamos na seriedade das pessoas e não alinhamos nesse tipo de política baixa.

Em jeito de conclusão, seria bom que antes de insinuarem seja o que for olhassem para DENTRO do próprio PS e, em FAMÍLIA, refletissem sobre os danos que este tipo de atitudes, insinuações e ataques ao bom nome das pessoas e instituições, causam à democracia portuguesa, contribuindo para o descrédito e afastamento dos cidadãos da política e dos seus representantes.

Concluindo.

Enquanto trabalhamos para desenvolver este município, continuamos pacientemente à espera de propostas construtivas que contribuam para melhorar a vida dos Esposendenses.

A Comissão Política do PSD de Esposende

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