PCP promoveu uma iniciativa sobre a saúde no Concelho

PCP promoveu uma iniciativa sobre a saúde no Concelho

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A Comissão Concelhia do PCP de Esposende promoveu hoje, dia 21 de julho, uma iniciativa sobre o estado da saúde, intitulada: ‘Quanto custa a saúde ao SNS?’, com a presença de Carla Cruz, deputada do PCP na Assembleia da República, e de Cepa Carneiro, deputado do PCP na Assembleia Municipal de Esposende.

Esta iniciativa, teve como objetivo informar a comunidade e alargar a discussão sobre os problemas no nosso concelho não esquecendo que estes reflectem os problemas estruturais da saúde a nível nacional.

Após uma descrição pormenorizada, realizada por Cepa Carneiro, dos serviços de saúde disponíveis no concelho, Carla Cruz enquadrou os problemas identificados num panorama nacional, nas políticas seguidas pelos governos sucessivos do PSD/CDS e PS que têm vindo a favorecer a privatização da saúde beneficiando grupos monopolistas.

Carla Cruz ressalvou que apesar do ataque contínuo de que tem sido alvo, o SNS continua a ser nestes serviços onde se praticam os melhores serviços de saúde.

Mencionou explicitamente as propostas do PCP, nomeadamente: a necessidade do fortalecimento o SNS, através de maior investimento público, da reversão das Parcerias Público Privadas, da valorização dos profissionais, da dotação das unidades de saúde com recursos humanos e equipamentos ajustados às reais necessidades, da tomada de medidas de reorganização da rede hospitalar e coordenação de serviços, bem como assegurar a acessibilidade e transportes a todos os utentes.

Carla Cruz abordou também os problemas específicos ao concelho de Esposende, abordando a luta do PCP pela construção de um novo Hospital em Barcelos. Informou que o PCP fez aprovar um Projecto de Resolução para a construção de um novo hospital público em Barcelos com os votos favoráveis do PCP, BE, PSD, CDS e PEV e abstenções do PS e do PAN.

Explicitou que o Hospital de Santa Maria Maior, servindo uma população de cerca de mais de 150.000 habitantes, viu a sua situação agravar-se a partir de 2006, quando o governo PS encerrou o serviço de obstetrícia. Referiu alguns relatos ouvidos sobre a falta de condições no internamento de doentes, os problemas no cumprimento das orientações e normas relativas à circulação de doentes e de produtos contaminados, e a falta de médicos especialistas.

A sessão foi enriquecida com a intervenção de diferentes pessoas que partilharam o seu testemunho pessoal.

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