Carluz Belo lança esta segunda feira o seu 2º single “Ao Virar de Cada Esquina”

Carluz Belo lança esta segunda feira o seu 2º single “Ao Virar de Cada Esquina”

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Carluz Belo apresenta o seu segundo single “Ao Virar de Cada Esquina”. Com letra & música de sua autoria, o músico evoca introspeção e esperança, através da força que reside na vulnerabilidade de cada um. Nesta balada pop, Carluz faz uma viagem pelas fragilidades da sua infância, sempre focado na inquebrável força de espírito que o fez superar qualquer momento menos bom. Os Verões passados na Praia de Ofir (Esposende) – regressado a casa, dos seus estudos na Universidade do Porto – sempre trouxeram ao cantautor o travo nostálgico da sua adolescência. Através das memórias musicais das suas bandas favoritas de então, como os brasileiros Legião Urbana, o músico iniciou uma viagem densa e profunda ao seu íntimo criativo.

Ancorado ainda noutros temas delicados, como “Mad World” do filme “Donnie Darko”, “The Scientist” dos Coldplay ou “Beautiful” de Christina Aguilera, Carluz compôs a génese de um dos seus primeiros temas, que sobreviveu até hoje. Esta canção, que o acompanhou ao longo de mais de uma década, vê agora a luz do dia em todo o seu esplendor. Depois de ter prestado tributo às palavras do poeta Al Berto através do seu primeiro single “O Mundo Que Nos Foge”, eis que nos é agora revelado o seu segundo segredo musical – numa coprodução entre Carluz e o produtor musical Pedro Saraiva. Hoje, vemos beleza “Ao Virar de Cada Esquina”… Mas muitas outras surpresas desta aventura musical pop-minhota estarão para vir em 2018.

​BIOGRAFIA: CARLUZ BELO

A pop minhota de Carluz Belo respira por entre as árvores do Pinhal de Ofir. Foi aos 18 anos que o músico natural da Vila de Fão (Esposende – Braga) decidiu aprender a harmonia escondida nas teclas do piano, de forma autodidata, para materializar as melodias que lhe vinham ao espírito, muitas vezes com poemas já incluídos. Apesar da presença familiar da guitarra portuguesa nos braços do avô paterno Mário Belo desde a infância, foi apenas no clube de teatro da escola secundária que sentiu pela primeira vez a paixão pelas artes de palco. A par da experiência académica na Faculdade de Belas Artes do Porto, onde se licenciou em design gráfico, ingressou em vários projetos musicais locais, que lhe permitiram pela primeira vez apresentar-se ao público enquanto músico e arrecadar alguns prémios como compositor.

Um dos momentos mais marcantes da sua vida universitária foi a sua apresentação como solista do coro “Gospel Rhythms Society” da Coventry University, no seu espetáculo de Natal de 2005, no Reino Unido. Esta estadia nas Ilhas Britânicas pelo programa Erasmus, foi basilar para o ajudar a compreender o sentido da sua Portugalidade e o desejo de se tornar músico por inteiro. Em 2006 rumou a Lisboa para aprender Produção Musical. Em 2008 foi convidado a participar no 44º Festival RTP da Canção como produtor e cantautor, onde apresentou o tema “Cavaleiro da Manhã”, focado na Lusofonia. Mas a sua experiência na capital só se consolida com 3 anos de estudos musicais no JB Jazz Clube, com especialização em voz, pela mão da Prof. Raquel Marques. Em 2012 regressa ao Minho em busca da sua verdade musical. Volta a explorar o seu lado de ator, experimenta ser sonoplasta e produz e apresenta o seu próprio programa de rádio, na rádio local.

Sem nunca deixar de cantar e compor, apresenta em 2014 uma série de concertos de versões com o seu irmão, o teclista Joel Belo. A sua participação no 4º Festival de Música Moderna de Amares – Tributo a António Variações, 2014 – mereceu-lhe o prémio do júri, de melhor versão do Variações, com o tema “Estou Além”. Em 2016 conhece o produtor Pedro Saraiva e juntos começam a explorar mais a fundo a arte do músico. Carluz Belo é constantemente influenciado pelos mais diversos fragmentos musicais, que são muitas vezes filtrados e metamorfoseados pela sua principal e inesgotável fonte de inspiração – o seu lugar de todas as emoções – a Praia de Ofir. Encantado com a diversidade de sabores e aromas que o género “canção” consegue abranger, Carluz persegue o seu fascínio pela música, sempre acompanhado pela língua das rimas de Camões e Variações.

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